fredag 9 september 2016

O tempo é agora

Vivo em constante busca de identidade. Quero ser eu, mas quem sou EU? Não nasci com um manual de instruções, desta forma vou experimentando formas e situações que me fazem sentir bem comigo mesma.
Tenho procrastinado a escrever por conta de uma desculpa comum: ”Falta de tempo”.
Quando tinha dezesseis anos meu tio me perguntou porque eu não fazia um curso de inglês e respondi que não tinha tempo. Ele me disse: ”Falta de tempo é a desculpa dos que perdem tempo por falta de método”. Todas vezes que preciso abrir a boca para falar inglês sem muito êxito lembro dele (In memoriam).
Deveria sentar e lamentar o tempo perdido, mas tempo é uma coisa que que nunca recuperamos, porém não e pensando nisto que vamos desperdiçar mais tempo ainda. Podemos usar o nosso ”agora” para fazer um novo começo e realizar um novo fim.
Quando falamos de conquista pensamos em algo explendoroso, descobertas, grandes criações, isso não é necessário exatamentee agora, mas se quisermos sermos bom em algo precisamos nos especializar nisto. As coisas podem ir se manifestando sutilmente nas nossas pequenas atitudes e comportamentos diários começando pela nossa casa.
Digo nossa casa, porque uma amiga me sugeriu dar cursos de como monitorar uma casa e outra me deu ideia de escrever ensinando como se organizar dentro de casa conciliando com o trabalho fora dela.
Meu pessimismo me deixou pensar que o curso não passaria de dois ou três dias e a escrita não passaria de dois ou três posts.
Não sei o que isso vai virar, não importa, o que importa é que estou aqui dividindo minhas experiências, mesmo que alguém já tenha escrito sobre isso. A pintura de uma imagem tem detalhes diferentes na visão de diferentes artistas e diferentes perspectivas.
Vamos pintar a nossa tela, dou detalhes e vocês coloquem em suas práticas a cor e o detalhe desejado.
Quando adoslecente minha mãe dizia que uma casa com camas arrumadas e louça limpa tem aparência de casa arrumada, mesmo que não tenhámos feito isso.
Alguns meses atrás ouvi no Rádio sueco que pessoas que tem o costume de arrumar camas depois de levantarem, têm um sono reparador. O primeiro dia pode ser dificil perder cinco minutos para arrumar a cama, mas depois de uma noite reparadora de sono, qualquer um poderá ter êxito.
Meu costume anterior era arrumar cama todos os dias e nos finais de semana, não era uma regra, mas às vezes deixava a cama sem arrumar. Depois de ouvir o rádio resolvi intensificar o que havia aprendido e percebi que ainda acordo no meio da noite, mas o que dormi realmente foi um sono reparador.
Alguns anos perdi o controle da minha vida. Este descontrole começou com uma doença na família, que causou problemas financeiros, que causou o fim de um relacionamento, que causou depressão que causou problemas no trabalho, problemas emocionais, mais problemas financeiros e problemas para manter a higiene de minha casa.
Mal conseguia fazer comida, lavar roupas e estas viraram uma pilha enorme para passar. A falta da máquina de lavar louça que também resolveu parar de funcionar, deixava a pia cheia de louças e horas tortuosas quando tinha que enfrentá-las.
Não queria voltar para casa depois do trabalho, não queria olhar para a casa suja, não queria olhar para a desordem dentro de mim e dirigi sem direção na companhia dos meus pensamentos negativos, da minha baixa estima. E um voz interna gritou dentro de mim. ”Comece pela coisa mais simples, mas recomece.
Fui para casa troquei de roupa e fui lavar a louça - fogão limpo, pia limpa, chão da cozinha limpo e cheiroso, deu uma sensação de bem estar. E às tres horas da manhã quando perdi o sono fui passar roupa, porque era mais fresco. E a medida que os espaços se abriam e ficam limpos, meu lado interno também começou a se reorganizar.
No final da semana com a casa esta organizada tive tempo para pintar o cabelo e fazer unhas. Tive tempo para mim, para me amar, para gostar de mim.
Se você quer ser amado comece a se amar, comece a olhar para si mesmo, se tem alguém que pode fazer algo por você, esse alguém é você mesmo, não espere que alguém te salve, te ajude, te tire do fundo do posso. A gente foi pra lá sozinho e é só agente mesmo que pode sair de lá. Não adianta assumir o papel de vítima e ficar esperando algo a não ser de você mesmo.
Isto está longo e vamos refletir nisto. O tempo é agora.
Tem louça suja? Vá lavar e amanhã volte para ler um novo texto.

Carinhosamente

Gislania Dornelas

Flen, 09/09/2016




torsdag 21 april 2016

Alexandre

Alexandre, 6 anos, meu neto número três, se eu disser que ele é inteligente, bonito e esperto meus leitores vão pensar: Avó coruja! Sou, não nego.
Meu neto tem olhos que parecem duas jabuticabas maduras e seu olhar traz a doçura delas, cabelos negros tipo índio esperto que caça com destreza e mostra a presa como recompensa.

Meu neto é chamado de polvo pelos familiares, porque ele tem uma energia ímpar. Sua mãe o acolhe de alguma peraltice e enquanto ela o traz para um lugar seguro para conversar, ele com suas mãozinhas nervosas vai colhendo tudo o que ele consegue alcançar. Supermercado com ele? Deus toma conta! Nem precisa de academia para emagrecer, ele consegue pegar todos os produtos para ver preço, como o produto é, e mil outras qualidades que ele atribui aos produtos. Enquanto a gente consegue tirar um produto de suas mãos e colocá-lo de volta, ele já tem outros tantos nas mãos correndo o risco de fazer uma lambança pelos corredores dos supermercados.

Sua imaginação é fértil. Quando ligo para minha filha e ele à velocidade da luz atende o telefone detalhando todos os acontecimentos da casa. Alexandre não guarda segredos.
Uma vez depois de um papo de quase uma hora com ele, pretendia falar com sua mãe, pois o assunto havia acabado e ele querendo continuar a conversa me disse:
- Vó, eu tenho um presente pra você.
- Que maravilha, o que você comprou pra mim?
- Um vestido lindo e você vai ficar linda.
- Obrigada, meu amor. A vovó ficou feliz com seu presente.
- Comprei também uma sapato de salto, um brinco, uma pulseira, um colar, maquiagem e um perfume para você ficar linda e cheirosa.

Eu amo Alexandre e seus presentes imaginários. Ele me faz sentir a avó mais jovem, mais bela entre outras belas avós.
Família que se presenteia unida, permanece unida.

Carinhosamente

Gislania Dornelas

Flen, 21 de abril de 2016


Quem sou eu?

Meu nome é Gislania Dornelas, 54 anos um tipo de pessoa lúcida que escconde um lado maluco.
Nasci em Minas Gerais, filha de garimpeiro e por isso me sinto uma jóia. Desulpem a ousadia, é que minha auto-estima é elevadíssima.
Nos anos 80 mudei para Ribeirão Preto em busca de novos desafios além deles e dos deliciosos cafés com pessoas iluminadas, contraí um casamento, dois filhos e quatro netos.
Ainda em Ribeirão reforcei as experiências incríveis sobre lucidez, me levando a uma crise pessoal entre prestar contas para a sociedade e ser livre de preconceitos, foi uma luta fascinante.
No final do milênio meu casamento de conto de fadas caiu por terras me levando à perda total de quem eu era.
Fui tentar me encontrar através de religiões e em todas elas não me identifiquei e continuei atrás de meu encontro pessoal e nesta busca, percebi que não preciso de religiões para encontrar com Deus, porque foi dirigindo, foi no meio de crises que Ele me estendeu a mão e me mostrou que não estou só.
Para curar a dor de um relacionamento fracassado busquei outro como remédio e esta foi uma escolha perigosa, pois não me trouxe benefícios e levando outra pessoa a sofrer pela perda do mesmo.
Não desisti da busca pela felicidade e de um relacionamento perfeito e foi aí que desci ainda mais fundo e ao mesmo tempo tive a melhor faculdade que alguém possa ter.
Como disse antes, sou maluca e persistente, atravessei o oceano atlântico mais uma vez, deixando uma história, uma família que me ama, em busca do tal relacionamento de alma.
Moro na Suécia há 9 anos, estou no segundo relacionamento aqui e este último conta com uma história de sete anos. Perfeito? Não. só aprendi que tenho que ser paciente e lidar com as diferenças.
Durante minha existência, experimentei novos estilos de vida, superei ausências, chorei sozinha olhando pela janela, sentindo tristezas e saudades dos que deixei para atrás e a distância geográfica que me separa de minhas raízes. Fui vítima de muitas maldades, porém curei minhas feridas com amor e hoje creio na minha capacidade de consquistar qualquer coisa. A única coisa que temo sou eu mesma, porque não sei quando vou jogar tudo pro alto e tentar de novo.
Não quero ficar que nem uma pedra no mesmo lugar sem ter feito algo para me superar.
Hoje tenho um trabalho que me traz satisfação e dele vou tirar novas histórias de loucuras para contar.
Como sempre corri atrás das realizações rápidas, a vida deu um jeito de me segurar neste país onde tudo anda de câmera lenta, ou não anda, mas como diz a sabedoria popular: ”Devagar se vai ao longe”

Carinhosamente

Gislania Dornelas


Flen, 21 de abril de 2016


tisdag 8 december 2015

Vai tomar banho – parte 2



Deveria estar feliz com uma série de bons acontecimentos, mas não estou. Apesar de pequenos aborrecimentos, também não são eles que estão tirando minhas noites de sono.
Sinto falta de algo que não sei o que, quero coisas novas acontecendo, mas que coisas? Onde vou levo comigo minha insatisfação. Não sou ingrata, tenho uma vida razoavelmente boa, quase tudo que quero, consigo com minha perseverança. O que mais quero para ser feliz?
Refleti durante o dia sobre o que fazer para me sentir melhor, quais energias estão densas? Não cheguei a nenhuma conclusão.
Não estou animada como todos outros anos com a comemoração dos adventos, não estou animada com natal, não fiz meus planos para 2016.
Não quero ficar sem fazer nada e muito menos fazer alguma coisa.
Sentada na poltrona da sala buscando alguma razão para me reanimar e algo me puxou para o computador e reencontrei uma amiga que faz alguns anos que perdemos o contato e o pouco que falei com ela me ocorria a frase: ”Vai tomar banho.” Deixei-a e fui para o banho, sem estímulo, sem esperança e a medida que a água me energizava com seus cristais líquidos, me ocorreu de escrever a parte dois de um texto antigo que escrevi sobre banhos.
No meu primeiro texto escrevi histórias de banhos e neste novo texto apenas vou informar o poder energizante dos banhos.
Quando estou doente ou me sinto cansada ou desestimulada, entro no banho e juntamente com ele uma leve meditação, onde fecho os olhos e imagino que a água da bucha é a água de um caichoeira caindo sobre o meu corpo e lavando o meu cérebro de minhas auto sabotagens, insucessos e medos. Todas energias densas descendo para o coração da mãe Terra e ela transmutando essas energias. Em seguida, os minúsculos cristais da água completando os espaços vazios da desenergização com paz, prosperidade, abundância, amor e luzes coloridas.
Todas vezes que tomo água também, e consigo lembrar imagino que estou tomando uma água que está fazendo o mesmo processo terapêutico dos banhos e trazendo para dentro de mim a prosperidade.
Da mesma forma quando tenho dores de cabeça, me curo com um copo de água. Consegui também comprovar que quando consigo beber bastante água emagreço.
O poder do banho ficou comprovado porque entrei em cena tagarelando novamente, estou fazendo o meu número e quem sabe fazer o gênero de alguém.
Muita água vai rolar debaixo da ponte e espero poder retomar a escrita e talvez conquistar alguns fãs.

Amor, paz e luz para todos os meus leitores.

Flen, 08 de dezembro de 2015.

Gislania Dornelas







Vai tomar banho!!! Parte 1

Este texto Se encontra publicado no site:www.clubedadonameno.com.br (Publiquei para entender meu próximo texto).


Jesus toma conta! Eu disse que Dona Menô bebeu água do parto e eu não estava de brincadeira.
Falando com ela de novo no MSN,  disse que estava de saída para tomar banho e ela me pediu para escrever sobre banhos.
Levei um susto porque tenho uma história de banhos. E como ela sabia disto? Intuição?...
Quando fui morar na casa de meus avós, como eu disse anteriormente, em outros textos não havia energia elétrica e os banhos na época de calor eram nos rios, e no frio o banho era de bacia. Eram bacias enormes e havia um cômodo na casa destinado para isso, já que não havia banheiros. Quando se colocava a água quente e se sentava na bacia, sentia-se a água aquecida, mas a bunda gelava porque a bacia era de aço inoxidável. Com a mudança para a cidade, os banhos eram de chuveiro.
Quando vim para a Suécia, minha filha me disse: "Mãe, aproveita que lá é frio e vê se pára de lavar sua cabeça todos os dias!". Uma amiga de vinte e dois anos me questionou: "Gisa, como você vai fazer, já que lá é frio? Vai continuar a tomar cinco banhos diários?".
Nem sempre eu tomava cinco banhos, mas, pelo menos, três ao dia eu tomava. Ao acordar, eu já entrava direto no banho para despertar. De noite eu tomava outro banho para dormir tranquilamente.
Um dia meu chuveiro queimou e meu genro ficou de consertar. Como ele não veio, quase morri de “catapora”. O que fazer? Não tive dúvidas: banho de caneca. Esquentei água, coloquei-a num balde e tomei o tal banho de caneca. No dia seguinte, fui para a escola sem tomar banho. Eu me achei "horrorível" ter que passar desodorante sem tomar banho. E pior: durante o resto do dia me senti asquerosa.
Sabem por quê? Um dia estava com umas energiazinhas ruins e minha amiga “do pacote de bolachas” (vão ter que ler meu blog para entender isso) me disse para entrar debaixo do chuveiro e deixar a água cair, levando todas minhas energias baixas. Quando já estivesse higienizada, era para deixar mais água correr, imaginando estar tomando uma banho de boas energias vindas do "Criador”. Eu sempre me curei de tudo com esses banhos.
Aqui, no início eu acordava e ia direto para o banho. Agora no inverno, tomo banho também com o propósito de me aquecer. Tem banheira em quase todas as casas, e as pessoas têm o costume de usar velas no banheiro, como um ritual.
Eu invento: encho a banheira, acendo uma vela, acendo um incenso e faço meditação na banheira. Aqui não poderia ser diferente: na banheira vou deixando tudo o que é ruim. Se fico com inveja de alguém (afinal, não vou negar, porque sou igual a todos), se fico com raiva, se nada estiver fluindo, ou se estou doente, mesmo que seja uma dorzinha de cabeça ou gripe, fico de molho na banheira, meditando. Imagino que estou sendo purificada de tudo que não me pertence (pois eu não nasci com essas coisas e eu não as desejo, não são minhas).
Tento, também, ir ter contato com a natureza, quando não consigo entrar dentro de mim mesma. Em seguida, quando volto, deixo a banheira esvaziar, sentindo a água abandonando o meu corpo, como se tudo fosse para o ralo. Mas, eu peço a Deus para transmutar esta água, porque os peixes e outros seres viventes nos rios não poderão se contaminar com essas energias. Abro o chuveiro e deixo a água limpa correr por todo o meu corpo, me energizando com todas as bênçãos divinas - que eu tenho direito, afinal eu sou filha do Rei dos reis.

Estão preocupados com a energia que gasto? Eu não... Aqui na Suécia o aquecimento da água, tanto do banheiro quanto da cozinha é de graça. A água já vem nos canos aquecida. E este aquecimento é produzido através do reaproveitamento do lixo.

O lixo é seletivo e obrigatório. Há contêineres para cada tipo de lixo, e somente o lixo de cozinha é levado para a queima. Papel higiênico é jogado no vaso sanitário, que, aliás, eu já o fazia no Brasil, porque estava sempre correndo e não dava para recolher todos os dias os papéis do banheiro.

História do banho

O costume do banho começou com o trazer para dentro das habitações humanas o prazer de nadar em um rio ou lago. Utilizando-se de uma banheira, abastecida com água fria ou aquecida, tornou-se um preceito de higiene comum.

O banho como higiene (asseio ou limpeza) consiste em prática de benefício para os seres humanos. O aumento dos padrões de higiene tem sido responsável pela prevenção de inúmeras doenças físicas, mantendo, além da saúde, o bem estar dos seres humanos.

No Brasil nominamos o local de banho como banheiro; em Portugal de casa de banho. É conhecido na Europa e EUA pela sigla WC (water closet). Aqui na Suécia chamamos toalet. Seja lá como for denominado, é uma cômodo da casa destinada aos cuidados de higiene pessoal.

Antigamente a banheira surgiu como uma grande bacia, geralmente de ferro esmaltado ou cobre, que se podia guardar quando não estava em uso. Como o advento do aço, passaram a ser inoxidáveis. Principalmente nos países com invernos rigorosos, quando o banheiro se encontrava fora da casa, o banho era tomado na cozinha – geralmente o cômodo mais quente.

No Brasil muitos povos indígenas já tinham o hábito de tomar banho diariamente. Esse é um hábito presente até os dias de hoje no Brasil, e é considerado uma de nossas heranças culturais.

Origem do banho

Em Portugal é comemorada em Algarve a Festa do Banho 29. É o nome dado ao conjunto de tradições que se realizam anualmente no dia 29 de agosto, nas praias do litoral do Barlavento Algárvio. São festas acompanhadas por espetáculos e fogos de artifícios. Esta tradição recria a vinda dos camponeses que transportavam em mulas, burros e carroças suas famílias e grandes farnéis até as praias da Cidade de Lagos, para um ritual de banho marítimo. Com o passar do tempo, grupos de pessoas desconhecidas apareciam nesta data ao por do sol para um banho noturno.

Hoje em dia esta data é lembrada com festividades e com o habitual banho à meia-noite, quando acendem fogueiras, tocam instrumentos musicais, assam chouriço e contam estórias e histórias.

Existem receitinhas caseiras de banhos mágicos. Eu até já fiz alguns, mas prefiro os meus só com água e sabão líquido.

Gisa
Suécia, 14 dezembro de 2007.

onsdag 21 oktober 2015

Introducão

Outono observado da sacada
Escolhi o nome do meu blog de ”Ágora” porque ágora é um termo grego e significa local de reunião, e no caso do meu blog, local de leitura e discussões.
Este não é meu primeiro blog, tive outros onde acabei desanimando por não estar em sintonia com o meu tempo e ideias do que eu desejava, gerando o cancelamento dos mesmos.
Estou planejando ter mais tempo livre para fazer o que desejo a partir do ponto em que me encontro, hoje sinto livre para escolher o que quero, onde vou, o que faço e quem faz parte da minha história. Ideias é o que não me faltam e os assuntos serão tão livres quanto independentes de qualquer estilo.
Neste momento os países nórdicos se encontram no outono e muitas pessoas se isolam e se fecham por causa do escuro. Vou sentar no meu local de reuniões e dividir meus anseios, meus pensamentos e ideias e ideiais. O meu Ser vai passar este outono escuro com ideias que no meu ver poderão ser luminosas.

Boa leitura// Gislania